quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Conteúdo para Avaliação Bimestral de Educação Física



Juramento Olímpico

"Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra as nossas equipes".

Escrito pelo Barão de Coubertin e proclamado pelo esgrimista belga Victor Boin durante o cerimonial de abertura dos Jogos de Antuérpia na Bélgica, em 1920.

Não somente nos jogos olímpicos, o juramento é comum no meio esportivo, onde os atletas se comprometem a superar seus limites dentro de regras preestabelecidas. Regra essa, muitas vezes quebrada de forma silenciosa, a qual pode resultar em novos recordes, mas também pode sentenciar a carreira de um atleta.

Uma das formas utilizadas para burlar tais regras é conhecida como doping. Registros apontam o uso de substância como chá de diversas erva e a ingestão de alguns tipos de cogumelos com a intenção de aumentar o rendimento do atleta nas competições desde os Jogos Olímpicos da Antiguidade.

Mas afinal o que é Doping?

Que substâncias e métodos ilícitos são usados atualmente?

Quais implicações seu uso pode trazer aos atletas?








Segundo o Comitê Olímpico Internacional, doping caracteriza o uso de drogas em esportes para tentar melhorar o desempenho;









O infográfico abaixo apresenta o primeiro caso conhecido de doping ocorreu em 1904, em St. Louis nos Estados Unidos e outros casos de doping em outros eventos Olímpicos até a ultima edição em Pequim (China) 2008. O segundo infográfico nos mostra alguns casos de doping ocorridos no esporte brasileiro.






click nos link para visualizar os Infográficos.


http://www.estadao.com.br/images/especiais/2D/0B/A2/2D0BA223FC784B29B1AD17678B03B2CB.swf










Esse simulador mostra de forma cronológica alguns casos de doping que ocorreram com atletas brasileiros em várias modalidades esportivas. Relembre casos de doping envolvendo atletas brasileiros.






http://www.estadao.com.br/images/especiais/E5/DF/54/E5DF54C5389C48369948E71F1C1C7BD2.swf






DOPING: abuso esportivo e não esportivo das drogas


A pressa do dia-a-dia, incutida na filosofia de modernidade do século XXI, associada a uma cobrança de excelência da sociedade, provoca uma opressão, não apenas em cima dos atletas, como também nos indivíduos anônimos. Muitos recorrem ao uso e abuso de substâncias, nem sempre recomendadas, para suprir suas necessidades hedonísticas de vencer, emagrecer, “ficar sarado”, divertir-se, até mesmo, alienar-se.


O doping, hoje, está presente no mundo das competições esportivas e, ainda, no cotidiano de muitas pessoas, que teimam em valer-se da química para melhorar o seu desempenho, em variados aspectos da vida.

Para dissertar sobre o assunto e estimular a integração do conhecimento interdisciplinar, a Decania do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRJ) convidou o Prof. Francisco Radler de Aquino Neto*, do Instituto de Química, para ministrar a aula inaugural dos cursos de Graduação do CCS. Calouros de Medicina, Odontologia, Farmácia, Fisioterapia, Enfermagem, Nutrição, Educação Física e Biologia, no dia 5 de março, receberam uma folga de seus veteranos e tiveram o privilégio de assistir a palestra magna daquele que foi o responsável por todo o controle antidoping dos Jogos Pan-americanos de 2007.

Além de falar sobre o doping propriamente dito, suas causas, conseqüências, o interesse específico do atleta em cada fármaco proibido e seus respectivos efeitos colaterais, Radler ainda explicou os métodos mais modernos de detecção das substâncias e de seus metabólitos.


Em breve, as “ômicas” irão auxiliar nos testes antidoping em três níveis: gen (genômica), proteína (proteômica) e metabolismo (metabolômica).


Por que o doping?


Doping é o uso de substâncias ou métodos potencialmente perigosos para a saúde do atleta e/ ou capazes de aumentar o seu desempenho. “A necessidade de vencer a todo custo, conjugada com a pressão externa exercida pelo conjunto de beneficiários da atividade esportiva (mídia, empresários, treinadores, clubes e até familiares) formam uma arapuca para o atleta que recorre a substâncias, não permitidas, para obter o aumento do seu desempenho físico no esporte” – justificou o Prof. Francisco Radler.


Por que o anti-doping?


Conforme essa prática foi se disseminando nas competições, a sociedade teve que criar um sistema que coibisse e, ao mesmo tempo, preservasse a saúde do atleta.


Com o teste anti- doping os adversários são obrigados a competir em igualdade de condições, preservando a ética no esporte. “O que nem sempre é realçado é o perigo para a saúde do uso supra terapêutico dessas substâncias”, destacou o especialista referindo-se aos graves efeitos colaterais ocasionados pela administração, indevida e excessiva, desses fármacos.


Em busca dos efeitos colaterais


Não há limites para o abuso de drogas no esporte.


Um método de doping é ingerir uma quantidade supra terapêutica de medicamentos, a fim de se obter a potencialização dos seus efeitos colaterais, que podem trazer um benefício do ponto de vista do desempenho atlético. Os ß-agonistas, por exemplo, que são fármacos utilizados por asmáticos, para melhorar a ventilação, se administrados em grandes quantidades tem efeitos anabolizantes e estimulantes.


Quais são as substâncias proibidas?


Entre as substâncias proibidas estão relacionados: estimulantes, analgésicos, narcóticos, corticosteroides, ß (Beta)-bloqueadores, expansores de plasma, ß(beta)-agonistas, esteroides anabolizantes e os hormônios peptídios dentre outras classes farmacêuticas. Desde 2004, o Comitê Olímpico Internacional criou uma isenção para o uso terapêutico. Caso o atleta conseguisse provar que realmente era portador de determinada doença receberia uma autorização liberando-o para usar o fármaco em uma quantidade específica. “Esse foi um avanço muito grande da legislação anti-doping. Antigamente era azar de quem realmente precisasse dessas substâncias para tratamento de saúde”, comentou o Prof. Francisco Radler.


Qual o doping mais perigoso?


Segundo Radler, o grande vilão da sociedade atual é o grupo dos esteroides anabolizantes. “É o mais disseminado e possui efeitos colaterais gravíssimos, os mesmos das drogas pesadas com o risco do vício e da síndrome da abstinência”, disse. O pesquisador acrescenta ainda que, infelizmente, o doping, atualmente, está transcendendo os anabolizantes e entrando na área dos hormônios peptídios que são perigosos por atuar diretamente na essência do metabolismo dos indivíduos. “Existem certos hormônios que sinalizam no interior da medula óssea a necessidade de se produzir glóbulos vermelhos. Eles alteram completamente a bioquímica do atleta”, exemplificou.


Necessidade de vencer


“A precisão olímpica de um atirador chegou a tal ponto que ele tem que ser capaz de disparar o tiro entre uma batida e outra do coração, senão a ação do órgão mais vital para sua vida pode tirar a marca olímpica do atleta” - relatou.
Nesse caso os ß-bloqueadores, comumente utilizados pelos cardiopatas, são administrados por indivíduos saudáveis para diminuir a batida do coração.


Já na ânsia por obter uma maior transferência de oxigênio para os músculos, alguns ciclistas abusam dos expansores de plasma, assim permitem “turbinar” o sangue com a adição de glóbulos vermelhos por transfusão sanguínea.


O problema é que, com isso, quando o expansor for eliminado, o sangue fica mais viscoso. Quando o atleta começa a competir, ele desidrata, concentrando ainda mais o seu sangue, o que pode provocar a morte pelo entupimento das veias.


Como são feitas as técnicas de análise das amostras?


Hoje em dia, a urina é material mais utilizado para os testes anti-doping. Por isso é imprescindível o rigor na coleta de amostras para se ter certeza da fidelidade da amostra ao atleta analisado. A partir da urina se pode detectar a presença, tanto das drogas de abuso e dos medicamentos, quanto do produto do metabolismo dessas substâncias no organismo.




“As técnicas de análise são muito potentes para caracterizar misturas complexas. Atualmente baseiam-se em cromatografia, associada a espectrometria de massas”, ressaltou Radler, explicando que há um banco de fármacos e um banco de metabólitos, com mais de 700 substâncias cadastradas, empregadas como referência para identificação da dopagem.




Após a coleta, a urina passa por um processo de extração e concentração das substâncias. Às vezes, é necessário que se façam algumas modificações nas moléculas para facilitar a sua introdução nos equipamentos de análise. A cromatografia separa as substâncias presentes nas amostras e, à medida que elas vão se separando, o próprio equipamento as transfere para o espectrômetro de massas. Ele quebra essas moléculas em pedaços e conta esses pedaços. O analista reconstrói a molécula, unindo os pedaços, como em um quebra-cabeças. As substâncias encontradas são comparadas com aquelas, proibidas, cadastradas no banco de dados. “A identificação é inquestionável, os critérios de identificação são absolutos. Ela aponta a presença e, em certos casos, a quantidade da substância ingerida”, destacou o professor.


Na presença de substâncias exógenas ao corpo humano, o doping é acusado na hora. No caso das endógenas, como a testosterona, as amostras são submetidas a outras análises para definir se a quantidade acusada no exame é compatível com o organismo de um indivíduo saudável.


Quais são as técnicas mais avançadas para se camuflar um doping?


A tendência atual está sendo escapar para substâncias que não têm ainda um controle estabelecido, como, por exemplo, os hormônios peptídios que são drogas mais sofisticadas. Em decorrência da evolução da química, na área médica, os atletas tendem a usar substâncias mais complexas.


“Hoje já se fala muito do doping genético, ele ainda não existe, mas assim que a terapia genética se estabelecer, com certeza, algum atleta vai descobrir um meio de se beneficiar com ela”, antecipou Francisco Radler revelando que a Agência Mundial Anti-doping (World Anti-dopingAgency/WADA) já tem grupos de pesquisa estudando a possível dopagem genética, que ainda virá.






O combate ao abuso esportivo e não esportivo das drogas


“Educacional seria o combate mais importante” – respondeu Radler quando inquirido sobre uma forma para ajudar a reverter o quadro de abuso de drogas na sociedade. Segundo ele, é necessário que os diferentes segmentos, principalmente a mídia e os profissionais de saúde, entendam os riscos associados a essas práticas.


Estes, relacionando suas causas e conseqüências, podem passar a participar ativamente do processo de divulgação da informação, tanto para a comunidade desportiva como para a população em geral.



Francisco Radler de Aquino Neto






Complementação de Doping




DOPING NO ESPORTE



















por Gilson Brun







Imagine esta cena: um halterofilista se prepara para tentar um levantamento de 160 kg. Ele caminha para o recipiente com magnésio, passa um pouco nas mãos e pega a barra. Levanta-a com dificuldade até ao pescoço, arfa de esforço enquanto prepara o segundo passo do levantamento, mas depois de iniciar o movimento para levantar a barra por cima da cabeça, o músculo que rodeia a omoplata direita cede violentamente, desprotegendo a coluna do atleta.

A carreira desse halterofilista foi interrompida nesse instante. O impacto de 160 kg o atirou irremediavelmente em uma cama de hospital, tetraplégico. A conclusão do inquérito imediatamente instaurado não deixou espaço para dúvidas: as constantes ingestões de anabolizantes "esticaram" o músculo de tal maneira que, numa situação de esforço, este rompeu-se brutalmente.
Moral da história: os anabolizantes, que anos antes haviam adquirido virtudes de poção mágica, provaram a sua falibilidade.

Esse acontecimento não foi inventado por ninguém. É a história verídica de um atleta finlandês que estava disputando um campeonato mundial e viu sua carreira de vitórias e conquistas ser destruída em poucos segundos. Tudo porque ele, em vez de melhorar seu desempenho através de treinamento, utilizou um meio ilegal.

Infelizmente, nas academias a coisa não está muito diferente. Muitos garotos estão tentando ficar mais fortes usando substâncias químicas que aumentam seu desempenho de uma maneira antinatural.

Você seria capaz de utilizar uma substância dessas, mesmo sabendo que poderia ser punido? E os efeitos colaterais dessas drogas no nosso organismo? Você pensa sobre isso?


Doping no esporte: saiba mais sobre esse assunto


Devido ao uso abusivo de substâncias químicas proibidas, o Comitê Olímpico Internacional (COI) criou em 1967 uma comissão formada por médicos para combater o crescimento do doping.
Através da análise da urina do atleta, facilmente coletada, é possível detectar asprincipais classes de substâncias proibidas.

A partir de 1992, o COI passou a coletar amostras de sangue para investigar a presença de alguma droga que não tivesse sido detectada na urina.


O controle do doping
O maior problema para os especialistas que travam essa batalha incansável contra a utilização de substâncias proibidas é que se descobre o teste antidoping somente depois da criação da droga, ou seja, quem usa está sempre alguns passos à frente, mas a cada dia está perdendo essa vantagem.


Conclusão
Fica no ar a dúvida: você usaria uma droga para tentar ganhar uma competição, mesmo sabendo que o doping coloca em risco sua saúde?
Lembra-se do halterofilista que acabou com sua carreira esportiva por usar uma droga proibida? Ele pensou que isso iria trazer sucesso para ele. No entanto, acabou com a sua vida.






Obs. Não deixem de observar bem os infográficos.







quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A escola Dom Aquino Parabeniza a professora Mara Lúcia das Virgens Braga pela iniciativa em oferecer aulas de redação aos alunos do 3ª ano com objetivo de que esses alunos possam obter excelentes notas no ENEM 2013. Parabéns, também, aos alunos que estão sempre presentes e atentos às aulas, demonstrando que realmente sabem onde querem chegar.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Projeto Momento Cultural do dia 09 de outubro de 2013.
Os aluno do 1º C e professora Ilza, homenagearam as crianças e professores pelo seus dias que se aproximam com mensagens, música e oração.










No dia 05 de outubro. os profissionais da Educação da Escola Estadual Dom Aquino, esteve presente na Vila Ferreira Mendes, com o Projeto Criança Feliz, trazendo alegria, brincadeiras, presentes e lanche para crianças de 0 a 10 anos. O "Projeto Criança Feliz", já acontece a mais de 10 anos e é uma iniciativa da Escola Estadual Dom Aquino, que conta com o apoio de todos funcionários, alunos e "algumas" doações comerciais!!!












 A Escola Dom Aquino realizou uma Gincana cultural, no clube da AABB, no dia 12/08/13 com o objetivo de homenagear o dia do estudante 11/08/13, bem como trabalhar o dia “D” na escola. O evento teve como objetivo maior a integração entre alunos, professores e toda comunidade escolar e também despertar no nosso alunado o espírito de solidariedade, coleguismo, tomada de decisões capazes de torná-los sujeitos de da sua aprendizagem e assim, tomar consciência de que podem transformar a sociedade em que vivemos.